Mostrando postagens com marcador Eliúde Damásio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eliúde Damásio. Mostrar todas as postagens

julho 25, 2014

O Reino de Deus agora - Parte I


Ao ler nesta manhã o livro Surpreendido pela esperança, de N. T. Wright, deparei-me com um trecho que finalmente resolveu uma inquietação que havia em meu interior. Queria elucidar o paradoxo que há entre a inauguração do Reino de Deus com o nascimento de Jesus Cristo, trazendo o começo da renovação da criação na vida daqueles que o recebem como Senhor e Salvador, e o aumento da maldade dos últimos dias. Algo que eu talvez já tivesse apreendido, mas que ainda não conseguia traduzir em palavras. Acredito no poder da transformação pelo Evangelho. Mas também acredito que o mundo só vai piorar, até a segunda vinda de Cristo. Quanto mais leio a Palavra de Deus, mais entendo a necessidade de se clamar para que o Reino de Deus venha. Mas se por um lado vejo Cristo ensinando o povo a orar “venha o Teu Reino”, por outro lado percebo o inevitável fatalismo da doutrina dos últimos dias. Os cristãos têm certeza da obra futura, mas, em que implica no presente a chegada do Reino de Deus?

fevereiro 11, 2014

Em fervente oração

E a minha paixão por hinos antigos.

agosto 01, 2013

Reforma ou demolição?

Se você acompanhou as notícias sobre a visita do papa Francisco ao Brasil, é bem difícil que não tenha ouvido a palavra “reforma” ao menos uma vez nestes últimos dias. Sem apegar-me aos detalhes e às diversas explanações do que poderia representar uma reforma na Igreja Católica ou na Igreja Evangélica, quero simplificar a matéria e trazer um olhar leigo sobre o tema. Repito: leigo.

O assunto é mais complexo e longo do que se poderia expor em uma postagem. Mas nesse emaranhado de dossiês sobre a igreja (não desconsidero a História), o que sempre me chama a atenção quando se fala em reforma é o eco que fica ao final de cada fala sobre o tema. Em meio a reportagens simpáticas, protestos anárquicos ou análises respeitáveis, o que ressoa em minha mente são sempre dois pontos principais.

janeiro 06, 2013

Humanamente

Por que tendemos a camuflar nossas emoções e filtrar nossos pensamentos, deixando transparecer apenas sentimentos socialmente e religiosamente aceitáveis? Por que se todos somos humanos? Por que se fomos criados à imagem de Deus, e o próprio Deus sofre, se alegra, se aborrece, fica irado, bravo, triste, ama, tem anseios... A quem queremos enganar? A Deus, que sabe de todas as coisas, ou ao homem, que sente como nós? Tudo tem o seu tempo, não é Salomão?